Acic repudia possibilidade de lockdown em Campos

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Ibiraci (MG) - O ministro Moreira Franco participa da inauguração da linha de transmissão de energia que liga a Hidrelétrica de Belo Monte ao Sudeste do País. A construção do linhão é parte do Agora, é Avançar Parcerias (Beth Santos/Secretaria-Geral da PR)

Preocupada com o futuro econômico do município, a Associação Comercial e Industrial de Campos (ACIC) voltou a se manifestar, nesta segunda-feira (21) contra o lockdown como medida para conter o avanço da pandemia. Para a instituição, a medida mais rígida não é a solução e irá prejudicar o comércio campista, que tenta se recuperar aos poucos.

O presidente da ACIC, Leonardo Castro de Abreu, afirma que os empresários cumpriram todas as exigências impostas pelos órgãos de saúde para conter o avanço da doença, como redução do número de pessoas no interior das lojas e restaurantes, uso obrigatório de máscara facial, disponibiliza álcool em gel, além de aferição a temperatura dos clientes antes de entrar nas lojas, contribuindo para o controle da pandemia. “Determinar o fechamento do comércio será certamente o caos total econômico dos comerciantes e comerciários que trabalham para levar o sustento para casa. Entendemos que houve um aumento considerável do número de casos da Covid-19, não só em Campos, mas em todo o país. Tudo leva a acreditar que foi provocada pelas aglomerações registradas durante o pleito eleitoral, onde a fiscalização não atuou com rigor. O que não pode acontecer, é que a classe empresarial produtiva que gera receita e empregos pague por esta conta”, explicou Leonardo.

O município de Campos segue na fase amarela, nível 3, do Plano de Retomada das Atividades Econômicas e Sociais até o próximo dia 27 de dezembro. Com isso, algumas medidas restritivas estão sendo impostas, mas o comércio só deve voltar a fechar se o município retornar para o nível 4.

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